terça-feira, 4 de outubro de 2011

ROCK IN RIO 2011

ROCK IN RIO 2011

A CIDADE DO ROCK IN RIO FICOU PEQUENA PARA A COTIDADE DE GENTE QUE COMPARECEU NOS SEIS DIAS DE SHOW, TIVERAM ALGUNS PROBLEMAS QUE COM CERTEZA NÃO HAVERÁ EM 2013 NO PRÓXIMO ROCK IN RIO BRASIL.

ASS: MAY PARDO

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

PRESSÃO ALTA

Hipertensão arterial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Hipertensão
Star of life caution.svg Aviso médico
Classificação e recursos externos
Grade 1 hypertension.jpg
Um esfigmomanômetro eletrônico
CID-10 I10.,I11.,I12.,I13.,I15.
CID-9 401
OMIM 145500
DiseasesDB 6330
MedlinePlus 000468

A hipertensão arterial (HTA), hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou tensiômetro, tendo como causas a hereditariedade, a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse, o fumo e outras causas.[1]Pessoas negras possuem mais risco de serem hipertensas.[2] A sua incidência aumenta com a idade, mas também pode ocorrer na juventude.[3]

Existe um problema para diferenciar a pressão alta da pressão considerável normal. Ocorre variabilidade entre a pressão diastólica e a pressão sistólica e é difícil determinar o que seria considerado normal e anormal neste caso. Alguns estudos farmacológicos antigos criaram um mito de que a pressão diastólica elevada seria mais comprometedora da saúde que a sistólica. Na realidade, um aumento nas duas é fator de risco.[4][5]

Considera-se hipertenso o indivíduo que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90 mmHg ou 14x9, durante seguidos exames, de acordo com o protocolo médico. Ou seja, uma única medida de pressão não é suficiente para determinar a patologia.[1][2]A situação 14x9 inspira cuidados e atenção médica pelo risco cardiovascular.

Pressões arteriais elevadas provocam alterações nos vasos sanguíneos e na musculatura do coração. Pode ocorrer hipertrofia do ventrículo esquerdo, acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, morte súbita, insuficiências renal e cardíacas, etc.[6]

O tratamento pode ser medicamentoso e/ou associado com um estilo de vida mais saudável. De forma estratégica, pacientes com índices na faixa 85-94 mmHg (pressão diastólica) inicialmente não recebem tratamento farmacológico.[6]

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

VIOLÊNCIA SEXUAL

O abuso sexual de menores corresponde a qualquer ato sexual abusivo praticado contra uma criança ou adolescente. É uma forma de abuso infantil. Embora geralmente o abusador seja uma pessoa adulta, pode acontecer também de um adolescente abusar sexualmente de uma criança.

Num sentido estrito, o termo "abuso sexual" corresponde ao ato sexual obtido por meio de violência, coação irresistível, chantagem, ou como resultado de alguma condição debilitante ou que prejudique razoavelmente a consciência e o discernimento, tal como o estado de sono, de excessiva sonolência ou torpeza, ou o uso bebidas alcoólicas e/ou de outras drogas, anestesia, hipnose, etc. No caso de sexo com crianças pré-púberes ou com adolescentes abaixo da idade de consentimento (a qual varia conforme a legislação de cada país), o abuso sexual é legalmente presumido, independentemente se houve ou não violência real.

Num sentido mais amplo, embora de menor exatidão, o termo "abuso sexual de menores" pode designar, também, qualquer forma de exploração sexual de crianças e adolescentes, incluindo o incentivo à prostituição, a escravidão sexual, a migração forçada para fins sexuais, o turismo sexual, o rufianismo e a pornografia infantil.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DROGAS E O PODER QUE ELAS TÊM.

Droga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Dezembro de 2008).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.



Droga (do francês drogue, provavelmente do neerlandês droog, "seco, coisa seca"), narcótico, entorpecente ou estupefaciente são termos que denominam substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos.

Droga, em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo (surgido após quase um século de repressão ao uso de certas substâncias), remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, mescalina etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes.


Conceito

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC ou tetrahidrocanabinol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. Do ponto de vista jurídico, segundo prescreve o parágrafo único do art. 1.º da Lei n.º 11.343, de 23 de agosto de 2006 (Lei de Drogas): "Para fins desta Lei, consideram-se como drogas as substâncias ou produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas periodicamente pelo Poder Executivo da União". Isto significa dizer que as normas penais que tratam do usuário, do dependente e do traficante são consideradas normas penais em branco. Atualmente, no Brasil, são consideradas drogas todos os produtos e substâncias listados na Portaria n.º SVS/MS 344/98.

As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral ou injeção intravenosa.

Tipos de drogas

Quanto à forma de produção do indivíduo no comportamento cerebral podendo atrapalhar o processamento ou não, classificam-se como:

Uso de drogas

É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada. Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, dentre outras substâncias químicas. Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente. A maioria dos consumidores de drogas parecem ver além do comum em objetos, gestos ou até mesmo no vazio. Tendem a serem mais pensativos e extrovertidos ou mais isolados e agressivos.

HEPATITE UMA DOENÇA SILÊNCIOSA

Hepatite
Star of life caution.svg Aviso médico
Classificação e recursos externos
Hepatitis A virus 02.jpg
Vírus da hepatite A, transmitido principalmente pela água e alimentos contaminados.
CID-10 K75.9
CID-9 573.3
DiseasesDB 20061

Hepatite é toda e qualquer inflamação do fígado e que pode resultar desde uma simples alteração laboratorial (portador crônico que descobre por acaso a sorologia positiva), até doença fulminante e fatal (mais frequente nas formas agudas).

Tipos de Hepatite

Existem várias causas de hepatite, sendo as mais conhecidas as causadas por vírus (vírus das hepatite A, B, C, D, E, F, G, citomegalovírus, etc). Outras causas: drogas (anti-inflamatórios, anticonvulsivantes, sulfas, derivados imidazólicos, hormônios tireoidianos, anticoncepcionais, etc), distúrbios metabólicos (doença de Wilson, poli-transfundidos, hemossiderose, hemocromatose, etc), trans-infecciosa, pós-choque. Em comum, todas as hepatites têm algum grau de destruição das células hepáticas.

Quadro clinico

A grande maioria das hepatites agudas são assintomáticas ou leva a sintomas incaracterísticos como febre, mal estar, desânimo e dores musculares. Hepatites mais severas podem levar a sintomas mais específicos, sendo o sinal mais chamativo a icterícia, conhecida popularmente no Brasil por "trisa" ou "amarelão" e que caracteriza-se pela coloração amarelo-dourada da pele e conjuntivas. Associado pode ocorrer urina cor de coca-cola (colúria) e fezes claras, tipo massa de vidraceiro (acolia fecal). Hepatites mais graves podem cursar com insuficiência hepática e culminar com a encefalopatia hepática e óbito. Hepatites crônicas (com duração superior a 6 meses), geralmente são assintomáticas e podem progredir para cirrose.

Índice

[esconder]

[editar] Hepatites Virais

Considerada a maior pandemia mundial da atualidade. 60 a 80% cronificam em 15-20 anos, evoluindo para cirrose hepática, e 1-2% para hepatocarcinoma. O Brasil é hoje um país que tem portadores crônicos de hepatite B e hepatite C, segundo conceitos do Organização Mundial da Saúde, de nível mediano: 1-3%.

Quanto mais sintomática for a fase aguda da doença, maior a chance da doença hepática se cronificar

[editar] Hepatite A

É uma hepatite infecciosa aguda causada pelo vírus da hepatite A, que pode cursar de forma subclínica. Altamente contagiosa, sua transmissão é do tipo fecal oral, ou seja, ocorre contaminação direta de pessoa para pessoa ou através do contacto com alimentos e água contaminados, e os sintomas iniciam em média 30 dias após o contágio. É mais comum onde não há ou é precário o saneamento básico. A falta de higiene ajuda na disseminação do vírus. O uso na alimentação de moluscos e ostras de águas contaminadas com esgotos e fezes humanas contribui para a expansão da doença. Uma vez infectada a pessoa desenvolve imunidade permanente. Existe vacina segura para hepatite A. A transmissão através de agulhas ou sangue é rara. Os sintomas são de início súbito, com febre baixa, fadiga, mal estar, perda do apetite, sensação de desconforto no abdome, náuseas e vômitos. Pode ocorrer diarreia. A icterícia é mais comum no adulto (60%) do que na criança (25%). A icterícia desaparece em torno de duas a quatro semanas. É considerada uma hepatite branda, pois não há relatos de cronificação e a mortalidade é baixa. Não existe tratamento específico. O paciente deve receber sintomáticos e tomar medidas de higiene para prevenir a transmissão para outras pessoas. Pode ser prevenida pela higiene e melhorias das condições sanitárias, bem como pela vacinação. É conhecida como a hepatite do viajante. O período de incubação do vírus da hepatite A é de 30 dias.

[editar] Hepatite B

Sua transmissão é através de sangue, agulhas e materiais cortantes contaminados, também com as tintas das tatuagens, bem como através da relação sexual. É considerada também uma doença sexualmente transmissível. Pode ser adquirida através de tatuagens, piercings, no dentista e até em sessões de depilação. Os sintomas são semelhantes aos das outras hepatites virais, mas a hepatite B pode cronificar e provocar a cirrose hepática. A prevenção é feita utilizando preservativos nas relações sexuais e não utilizando materiais cortantes ou agulhas que não estejam devidamente esterilizadas. Recomenda-se o uso de descartáveis de uso único. Quanto mais cedo se adquire o vírus, maiores as chances de ter uma cirrose hepática. Existe vacina para hepatite B, que é dada em três doses intramusculares e deve ser repetida a cada 10 anos. O período de incubação do vírus da hepatite B é de 90 dias.

[editar] Hepatite C

Hepatite que pode ser adquirida através de transfusão sanguínea, tatuagens, uso de drogas, piercings, e em manicure, ainda não foi comprovado que pode ser contagiosa por relações sexuais. É de grande preocupação para a Saúde Pública. A maioria dos pacientes é assintomática no período agudo da doença, mas podem ser semelhantes aos das outras hepatites virais. Estima-se que 3 % da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. A hepatite C é perigosa porque pode cronificar e provocar a cirrose hepática e o hepatocarcinoma, neoplasia maligna do fígado.

A prevenção é feita evitando-se o uso de materiais cortantes ou agulhas que não estejam devidamente esterilizadas. Recomenda-se o uso de descartáveis de uso único, bem como material próprio em manicures. A esterilização destes materiais é possível, porém não há controle e as pessoas que ‘dizem’ que esterilizam não têm o preparo necessário para fazer uma esterilização real. Não existe vacina para a hepatite C e é considerada pela Organização Mundial da Saúde como o maior problema de saúde pública, é a maior causa de transplante hepático e transmite-se pelo sangue mais facilmente do que a AIDS.

O anti-HCV positivo detecta infecção atual ou pregressa. Pode ser necessário biópsia hepática para descartar malignidade e determinar o grau da doença. A detecção do ácido ribonucleico (RNA) do vírus caracteriza a presença do vírus no hospedeiro.

Aproximadamente metade dos pacientes tratados irão se curar. Possuem melhores resposta ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, com genótipos 2 ou 3, que não apresentem cirrose e de peso inferior a 85 quilogramas. O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias.

[editar] Hepatite não A não B não C

Termo antigo muito usado para hepatites que não eram nem A nem B, que hoje se reconhece ser a maioria do tipo C, podendo ser também E.

[editar] Hepatite D

Causada por RNA-vírus (tão pequeno que é incapaz de produzir seu próprio envelope proteico e de infectar uma pessoa), só tem importância quando associada à hepatite B, pois a potencializa. Isoladamente parece não causar infecção. Geralmente encontrado em pacientes portadores do vírus HIV e está mais relacionado à cronificação da hepatite e também à hepatocarcinoma.

[editar] Hepatite E

É uma hepatite infecciosa aguda causada pelo vírus da hepatite E, que se pode curar de forma subclínica. Sua transmissão é do tipo fecal oral, através do contato com alimentos e água contaminados, e os sintoma iniciam em média 30 dias após o contágio. É mais comum após enchentes Não existe vacina para hepatite E. Os sintomas são de início súbito, com febre baixa, fadiga, mal estar, perda do apetite, sensação de desconforto no abdome, náuseas e vômitos. Pode ocorrer diarreia. É considerada uma hepatite branda, apesar de risco aumentado para mulheres grávidas, principalmente no terceiro trimestre gestacional, que podem evoluir com hepatite fulminante. Não existe tratamento específico. O paciente deve receber medicamentos sintomáticos e repousar. Pode ser prevenida através de medidas de higiene, devendo ser evitado comprar alimentos e bebidas de vendedores ambulantes.

[editar] Hepatite F

DNA-vírus, transmitido a macacos Rhesus sp. em laboratório experimentalmente, através de extratos de fezes de macacos infectados. Ainda não há relatos de casos em humanos.

[editar] Hepatite G

A hepatite G foi a hepatite descoberta mais recentemente (em 1995) e é provocada pelo vírus VHG (vírus mutante do vírus da hepatite C) que se estima ser responsável por 0,3% de todas as hepatites víricas. Desconhecem-se, ainda, todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que a doença é transmitida, sobretudo, pelo contato sanguíneo (transmissão parenteral). Pode evoluir para infecção persistente com prevalência de 2% entre doadores de sangue.

Em análises feitas nos Estados Unidos da América aos doadores de sangue demonstrou-se que cerca de dois por cento já teve contacto com o vírus. Supõe-se que o VHG se encontre em 20 a 30% dos utilizadores de drogas injectáveis e em dez por cento das pessoas que foram sujeitas a uma transfusão de sangue. Em cerca de 20% dos doentes com infecção pelos VHB ou VHC é possível detectar anticorpos para o VHG, mas esta coinfecção não parece influenciar a evolução daquelas hepatites. Não foi ainda possível determinar com exactidão — dado que a descoberta da doença e do vírus que a provoca foram recentes —, as consequências da infecção com o vírus da hepatite G. A infecção aguda é geralmente «suave» e transitória e existem relatos duvidosos de casos de hepatite fulminante (os especialistas ainda não chegaram a uma conclusão definitiva sobre as causas destas hepatites fulminantes). Noventa a 100 por cento dos infectados tornam-se portadores crónicos mas podem nunca vir a sofrer de uma doença hepática. Até agora não foi possível comprovar que a infecção pelo VHG conduza a casos de cirrose ou de cancro no fígado. Diagnóstico: pesquisa HGV-RNA.

[editar] Outras hepatites virais

Outros vírus podem causar hepatites, porém sem ser causa comum. São potencialmente causadores de hepatite em pacientes submetidos a transfusões sanguíneas e imunodeprimidos o Epstein-Barr, o citomegalovírus e o herpes zoster. Outros agentes de importância são os vírus da dengue e febre amarela.

[editar] Hepatite medicamentosa

O fígado é um dos principais órgãos responsáveis pelo metabolismo e excreção de medicamentos e produtos tóxicos, podendo ser danificado por eles no processo.

Existe um grande número de drogas que são hepatotóxicas, ou seja, lesam diretamente o hepatócito. Tais drogas podem portanto causar hepatite. A droga antidiabetes troglitazona, por exemplo, foi retirada do mercado em 2000 por causar hepatite. O acetaminofeno (Paracetamol), substância analgésica muito utilizada por crianças e adultos, é considerada altamente hepatotóxica, quando em doses elevadas.

Outras drogas associadas a hepatite:[1]

O progresso clínico de uma hepatite induzida por medicamentos é muito variável, dependendo da droga e da tendência do paciente a reagir à droga. Por exemplo, hepatite induzida por halotano pode ser moderada ou mesmo fatal, assim como a hepatite induzida por isoniazida. Contraceptivos hormonais podem causar mudanças estruturais no fígado. Hepatite por amiodarona pode ser incurável, uma vez que a longa meia vida da droga (mais de 60 dias) significa que é muito difícil impedir exposição à droga. Além disso, a variação na forma de reagir do organismo humano é tão grande que qualquer droga pode vir a causar hepatite caso a pessoa tenha uma grave reação adversa a ela.

[editar] Hepatite autoimune (HAI)

São hepatites causadas por uma auto agressão do organismo, que fabrica anticorpos que atacam e matam os hepatócitos. Isto pode acontecer porque uma bactéria, vírus ou um fungo pode conter uma porção muito parecida com a célula hepática, causando confusão do sistema imunológico. O tratamento é feito com corticóides e drogas imunossupressoras. Essa forma de hepatite é mais comum em mulheres, e tem duas faixas etárias principais de acometimento: entre 10 e 30 anos (jovens) e por volta dos 50 anos (meia-idade).

[editar] Exames complementares

Testes laboratoriais úteis na avaliação hepática são:

  • as dosagens de:
    • bilirrubinas (principalmente bilirrubinas diretas indicando dano dentro da célula hepática),
    • transaminases (AST e ALT, antigamente denominadas respectivamente TGO e TGP),
    • aumento das enzimas canaliculares(fosfatase alcalina, gama-glutamil-transpeptidase - antes denominada gama-glutamil-transferase e geralmente abreviada como gama-GT ou GGT),
    • proteínas totais e frações(albuminae globulina: alteração positiva se já apresenta lesão hepatocelular prévia),
    • atividade de protrombina,
    • coagulograma (TAP/KPTT alterados, geralmente em indivíduos com dano hepatocelular prévio),
    • hemograma (inespecífico, com preferencial de linfócitos)
    • amônia e ácidos biliares,
    • pesquisa de marcadores virais
    • execução de exames complementares de diagnóstico por imagem, como o ultra-som e a tomografia computadorizada.

Se for necessária a análise histopatológica do fígado, pode ser necessária a biopsia hepática, que pode ser feita por agulha, videolaparoscopia ou a céu aberto. Cada exame tem validade em situações específicas.

Notas e referências

  1. Hepatitis as a result of chemicals and drugs (em english). HealthAtoZ. Página visitada em 2006-07-01.
  2. Bastida G, Nos P, Aguas M, Beltrán B, Rubín A, Dasí F, Ponce J (2005). "Incidence, risk factors and clinical course of thiopurine-induced liver injury in patients with inflammatory bowel disease.". Aliment Pharmacol Ther 22 (9): 775–82. PMID 16225485.
  3. Caravati E M, McCuigan M A. Medical Toxicology (em English). 3rd edition ed. Philadelphia: ed. by Dart, R., 2003-12-01. 1043 p. ISBN 0-7817-2845-2

[editar] Referências bibliográficas

  • Fox RK, Wright TL, Viral Hepatitis in Current Diagnosis & Treatment in Gastroenterology
  • Alter MJ, Kruszon-Moran D, Nainan O, et al. The prevalence of hepatitis C virus in the United States. N Engl J Med. 1999;341:556-562.
  • Nishioka SA, Gyorkos TW, Collet JP, et al. Tattooing and risk for transfusion transmitted diseases: the role of the type, number and design of the tattoos, and the conditions in which they were performed. Epidemiol Infect. 2002;128:63-71.
  • Haley RW, Fischer RP. Commercial tattooing as a potentially important source of hepatitis C infection. Medicine. 2001;80:134-151.
  • Ridzon R, Gallagher K, Ciesielski C, et al. Simultaneous transmission of human immunodeficiency virus and hepatitis C from a needle stick injury. N Engl J Med. 1997;336:919-922.
  • Ohto H, Terazawa S, Sasaki N, et al. Transmission of hepatitis C virus from mothers to infants. N Engl J Med. 1994;330:744-750.
  • Dal Molin G, D'Agaro P, Ansaldi F, et al. Mother-to-infant transmission of hepatitis C virus: rate of infection and assessment of viral load and IgM anti-HCV as risk factors. J Med Virol. 2002;67:137-142.
  • Zanetti AR, Tanzi E, Paccagnini S, et al. Mother to infant transmission of hepatitis C virus. Lancet. 1995;345:289-291.
  • Lin HH, Kao JH, Hsu HY, et al. Absence of infection in breast fed infants born to hepatitis C virus infected mothers. J Pediatr. 1995;126:589-591.
  • Curso Monotemático de Hepatites Virais oferecido pela Sociedade Brasileira de Hepatologia (2005)
  • Hepatitis C: Nutrition Care—Canadian Guidelines for Health Care Providers (link)
  • Kubo N ; Furusyo N ; Nakashima H ; Kashiwagi K ; Hayashi J Strenuous physical labor is important as a cause of elevated alanine aminotransferase levels in Japanese patients with chronic hepatitis C viremia. Eur J Epidemiol. 20(3):251-61, 2005
  • Lawitz E, Rodriguez-Torres M, Muir A, et al. 28 days of the hepatitis C protease inhibitor VX-950, in combination with peg-interferon-alfa-2a and ribavirin, is well-tolerated and demonstrates robust antiviral effects. Program and abstracts of Digestive Disease Week 2006; May 20-25, 2006; Los Angeles, California. [Late-breaking abstract 686f]
  • Kieffer T, Sarrazin C, Miller J, et al. Combination of telaprevir (VX-950) and PEG-IFN-alfa suppressed both wild-type virus and resistance variants in HCV genotype 1-infected patients in a 14-day phase 1B study. Hepatology. 2006;44:222A. [Abstract 92]
  • Reesink HW; Zeuzem S; Weegink CJ; Forestier N; van Vliet A; van de Wetering de Rooij J; McNair L; Purdy S; Kauffman R; Alam J; Jansen PL Rapid decline of viral RNA in hepatitis C patients treated with VX-950: a phase Ib, placebo-controlled, randomized study. Gastroenterology. 131(4):997-1002, 2006
  • CDC Viral Hepatitis C FAQ (link)
  • Rodriguez-Luna H ; Douglas DD Natural history of hepatitis C following liver transplantation. Curr Opin Infect Dis. 17(4):363-71, 2004 * Huang H, Shiffman ML, Friedman S et al. 7-Gene Signature Predicts Cirrhosis Risk in Patients With Chronic Hepatitis C. Hepatology 2007 (link)
  • Teixeira R, Menezes EG, Schiano TD. Therapeutic Management of Recurrent Hepatitis C After Liver Transplantation. Liver Int. 27(3):302-312, 2007.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.

Porém, o que vemos são ações coercitivas, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, numa escala hierárquica, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula.

Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco tem levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme estes modelos sociais.

Nas escolas, as relações do dia-a-dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.

Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.


Aula motivadora que favorece a reflexão e o aprendizado

Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.

Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.

Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

MAYSA MATARAZZO

Vida Louca, vida breve de Maysa Matarazzo


A mesma impetuosidade emotiva que conduzia a vida da cantora Maysa direciona a minissérie Maysa - Quando Fala o Coração, que estreia hoje, às 22h10 na Globo, com nove capítulos. A convite de Jayme Monjardim, filho da cantora e diretor da produção, o autor Manoel Carlos dissecou os momentos mais relevantes na história da artista, após meses de pesquisa num extenso material guardado por Jayme. Depois de esmiuçar desde arranjos originais a dezenas de registros de shows e entrevistas, Maneco selecionou as passagens mais tórridas da vida de Maysa. Sem nenhuma ordem cronológica, decidiu contar a história da cantora dos 15 aos 40 anos de idade, interrompidos por um trágico acidente de carro no Rio, em 1977.
Nesse mesmo ano, nasceu Larissa Maciel, escolhida entre mais de 200 atrizes para interpretar a cantora na trama. "Me preparei mais de 20 anos para este trabalho. A ficha ainda não caiu. Estive anestesiado estes meses de gravação e só me posicionei como diretor. No dia da estreia, me permito assistir como filho", emociona-se Jayme.
Embalada a emoção, a história de Manoel Carlos, que conta com vários elementos ficcionais, não camufla a ousada personalidade da cantora. Tanto que o autor não poupa toda a insensatez de Maysa, que será mostrada em cenas de noitadas, bebedeiras e tentativas de suicídio.
A história pretende mostrar que, além de ter um comportamento à frente de seu tempo, Maysa traduzia toda sua fossa e paixão em canções. Acordes esses que eram cantados em quatro idiomas pela inquieta poliglota, conhecida por gravações em inglês, espanhol, italiano e francês. Tanto que uma de suas mais conhecidas interpretações é a canção Ne Me Quite Pas.
Para se preparar para incorporar a dama de incríveis olhos verdes, chamados de oceanos não-pacíficos, Larissa mergulhou por um ano no projeto, num trabalho de dez horas diárias de aulas de corpo, voz, sessões de fonoaudiologia e uma incansável pesquisa. "Senti que a Maysa ia aprovando o meu trabalho. Ela foi orquestrando o meu aprendizado desde o início. A cada cena, por mais simples que fosse, carregava todo um universo de emoções", explica a atriz.
Quase toda gravada em externas, a minissérie foi rodada em locações como o Hotel Copacabana Palace, no Rio, e o Hotel Quitandinha, em Petrópolis, que serviu de cenário para reproduzir shows, como o do Olympia, em Paris. Já o Palácio Laranjeiras, no Rio, virou cenário do interior da suntuosa casa da família Matarazzo.
No início da trama, aos 17 anos, Maysa se apaixona pelo bilionário empresário André Matarazzo, vivido por Eduardo Semerjian, 20 anos mais velho. Do casamento com separação de bens - por exigência dela - nasceu o único filho do casal, Jayme Monjardim.
Pouco depois, Maysa explode como cantora e enfrenta toda a resistência da tradicional família paulistana. Ao optar pela música, se separa de André, faz shows pelo mundo e torna-se uma das cantoras brasileiras mais bem pagas da época.
Para retratar com sofisticação essas imagens, Jayme convidou o diretor de fotografia Affonso Beato, que assinou trabalhos internacionais, como longas do cineasta Pedro Almodóvar. "Com ele, apresentamos uma estética apurada para lançar esse trabalho no cinema e, em breve, também em DVD", avisa Jayme.
Outros convites também emocionaram Jayme na trama. Na escolha do elenco, o autor sugeriu que os filhos do diretor, Jayme e André Matarazzo, deveriam interpretar o próprio pai em duas épocas da história.
Nesse turbilhão de sentimentos que permeia a produção, não poderiam faltar os tórridos amores da cantora, como o compositor Roberto Bôscoli, vivido por Mateus Solano. Apesar do breve romance, a relação deu frutos. Foi Bôscoli quem apresentou a bossa nova à Maysa, que gravou diversas canções do músico, como O Barquinho, conhecido internacionalmente. "Eles tiveram um caso interessantíssimo, intenso, arrebatador. É esse o tom dessa história. Os limites de uma mulher que não se poupou na vida", destaca Maneco.
Quem é quem
NÚCLEO FAMÍLIA MONJARDIM: Família da cantora Maysa. São originários do Espírito Santo, apaixonados por música e possuem afinidades artísticas. Alcebíades, pai de Maysa, é um adorador de saraus.Maysa (Larissa Maciel) - Cantora incansável na busca de seu ofício. Vivia intensamente, se entregando sem pudores à paixão e a todos os seus vícios, como o cigarro, a bebida e os remédios para dormir. Determinada e destemida, se separou do marido para poder continuar a carreira. Jayme Monjardim (André Matarazzo/ Jayme Matarazzo) - Primogênito de Maysa, guardou grande rancor da mãe por ela ter se ausentado de sua vida no auge do sucesso de sua carreira. Aos 15 anos, depois de anos isolado num internato na Espanha, Jayme decide se emancipar ao voltar ao Brasil. Inah Monjardim (Ângela Dip) - Mãe afetuosa de Maysa. Sempre se preocupou com o futuro da filha e com suas ideias inovadoras.Alcebíades Monjardim (Nelson Baskerville) - Conhecido como Monja, é o pai da cantora. Tinha um estilo de vida boêmio e sempre promovia atividades artísticas em sua casa.NÚCLEO FAMÍLIA MATARAZZO Família do primeiro marido de Maysa, André Matarazzo. Bilionários da indústria paulista, nunca aprovaram o casamento do herdeiro André com a extravagante cantora.André Matarazzo (Eduardo Semerjian) - Primeiro marido de Maysa e pai do seu único filho. André era um importante empresário da indústria mundial. Os 20 anos de diferença entre eles vieram à tona diante das ideias retrógradas do marido, que tentava impedi-la de cantar.Amália Matarazzo (Denise Weinberg) - Sogra de Maysa, nunca foi a favor do casamento de seu filho com a cantora. Andrea Matarazzo (Rogério Falabella) - Sogro de Maysa.AMIGOS, AMORES E CONHECIDOS DE MAYSA Pessoas que acompanharam diversas fases da vida de Maysa, tanto profissional quanto afetivamente. Ana (Priscilla Rozenbaum) - Personagem que sintetiza as três secretárias que assessoraram a cantora ao longo de sua carreira.Miguel Azanza (Pablo Bellini) - Espanhol que viveu com Maysa por dez anos após o fim do seu casamento com André Matarazzo. Se conheceram quando a cantora fazia sua turnê pela Europa.Ronaldo Bôscoli (Mateus Solano) - Um dos namorados mais intensos de Maysa. Teve um breve e tórrido caso de amor com a cantora e influenciou suas opções artísticas. Foi um dos precursores da bossa nova. Gabriela (Melissa Vettore) - Ex-mulher de Miguel Azanza. Desistiu de seu casamento quando descobriu a traição do marido.Marlene (Cristiane Carniato) - Uma das melhores amigas de Maysa. Conheceu a cantora na infância.Carlos Alberto (Marat Descartes) - Ator de TV e um dos últimos romances de Maysa. Apresentou-lhe a pequena cidade de Maricá, na Região dos Lagos. Maysa se apaixonou pelo local e comprou uma casa onde passava longas temporadas. Nina (Simone Soares) - Segunda mulher de André Matarazzo, foi a ganhadora do concurso de Miss Israel. Beta (Cristine Perón) - Ex-namorada do galanteador Ronaldo Bôscoli